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Qual a semelhança entre a Águia e Eu / Natália Santos

 

Sabe da história da águia que pode viver até 70 anos, mas que, para atingir essa idade, aos 40 anos ela deve tomar a decisão mais importante e difícil de toda sua vida?

Seu renascimento, o continuar vivendo depende unicamente dessa decisão. Pois bem... Minha história se assemelha muito à história da águia. Só as fases mudam. O contexto, não.

Olá, eu sou Natália Santos
Criadora do Blog A menina na Estrada e aqui inicio falando um pouquinho da minha vida que se torna um livro aberto aos que seguem esse blog. Portanto, preciso que assine nossa newlatter para ficar sabendo de tudo que conto postando por aqui. Curta também o Vídeo lá no canpara me ajudar, ok?

Bem... Criei o canal “A menina na Estrada no intuito de ser uma espécie de diário em um Motorhome e EU o farei com os vídeos da minha rotina diária conforme os acontecimentos que forem se proporcionando e se posicionando de maneira que eu divida a minha vida por completo aqui.
 
Pessoinha de personalidade forte e difícil de se lidar, admito... essa sou eu!

Bem... Essa minha ideia de morar num “carro” começou há alguns anos atrás. Acho que a ideia começou a se formar lá atrás quando viajei quase que sem destino e com duas meninas muito pequenas num ônibus leito que tinha um porta-malas gigante que pensei que pudesse montar um pequeno lar para sobreviver com as meninas. Porém a ideia adormeceu.

Anos depois e mãe de mais uma menina, em 2016 fiquei oficialmente sozinha. Foi quando perdi a companhia do único ser que tinha ao meu lado. Minha Caçulinha. Meu tesouro verdadeiro partia de mim.

Ela tinha a mesma idade que eu quando saí da casa da minha mãe e pelo mesmo motivo. Liberdade.
A preciosidade de ser livre e longe de uma vida de cárcere a fez tomar, assim como eu, a difícil decisão de sair de casa. Sim é isso mesmo. Uma vida sofrida perto da pessoa que mais amamos nessa vida... Nossa mãe.

Quando seu filhote atinge a idade de sobrevivência a águia enxota-o para fora do ninho. Ela tira a maciez e o conforto do ninho para que o incômodo o encoraje a aprender a voar. E sendo “mãe”, mesmo no primeiro voo, a águia auxilia seu pequeno para se certificar que ele está voando da maneira correta. Então voa abaixo do filhote para ampará-lo e certa de já estar apto à vida, ela se despede durante o voo.

Mudam-se as fases, não o contexto... Lembra?
 Creio que como a Águia, fiz minha parte na constância dos cuidados, certa de deixar ao mundo o que já provei em vida... O amor materno de mãe pra filha. E não importa qual delas...

Nessa época, fiquei 5 meses sem receber ninguém em casa e já guardava carros das pessoas.
Novamente a ideia de que viver sozinha poderia ser em um espaço mais light, menor e mais..., sem pagar taxas absurdas que eu na verdade nem usufruía. Mas como? Viver onde, pois se você correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Viver num carro. Sim. Viver num carro!

... o tempo passando e eu rezando, rezando e suplicando que Deus me iluminasse a mente para tomar uma decisão que se continuasse vivendo...

Em julho eu recebi um convite quando assistia um vídeo: Entrei e me inscrevi na Mentoria e tudo veio à tona.
Já que tenho a minha liberdade pessoal, porque não conciliar duas liberdades? 
😉-Será?
-Será que chegou a hora?
Bem... Penso que sim, pois em apenas ou menos de 3 meses já economizei uma graninha para o fundo de emergência e meu sonho continua mais aceso que nunca

Fazer uma viagem de motor home, viver num motorhome sempre foi um sonho... E a cachola esquentando, atiçando cada vez mais.
A palavra sozinha já faz parte da minha rotina desde sempre e viciada em vídeos até que encontrei esse Judeu chamado Ben Zruel e o mesmo dizia num tom meio que agressivo:

“Eu Vou Te Ensinar a Ser Rico! Foi o suficiente para uma mudança de mentalidade, uma mudança plena de vida. Até então, aprendi a mentalizar muitas coisas, aprendi a equilibrar meu padrão de vida e estou feliz aprendendo a investir o meu rico dinheirinho.


Não sonho em sair do país como fazem muitos jovens casais, por aí em seus motorhomes. Até porque não sou um casal. Depois, não pretendo largar a única fonte de renda que possuo atualmente como Guardadora de Veículos. Mesmo porque segundo meus cálculos só terei como garantia uma aposentadoria um pequeno salário pagando autonomia e isso só daqui a alguns anos.

Creio que um dia venha fazer isso, pois como Água que sou, sonho sim em voar muito mais alto, mas no momento preciso ter os pés no chão e sobreviver de alguma forma.

Bem... Na descrição desse vídeo e deixo a história da Águia que se assemelha muito com a minha. Clique lá logo mais depois de deixar seu like e se quiser me acompanhar, ative o sininho... Tá!

Como disse, não pretendo largar tudo e todos nesse momento. Mas como a Águia, pretendo voar cada vez mais alto, mais distante... Mais distante.

Com 60 e pouco de idade minhas forças já tão limitadas e precisas de flexibilidade, não conseguem mais as façanhas de outros tempos. Tenho já probleminhas de saúde que me limitam. Me convenço do que sou e do que não sou capaz.

Lutar pela minha comida e não dormir tendo uma marquise como teto...
Me recuso pensar que mereço o final infeliz dos que vejo hoje. Muitas famílias vivendo seus destinos medíocres à sorte de um prato de comida mendigado ou doado dos mais afortunados.

Sem condição frutuosa de vida, já no terceiro terço de idade, idêntico à águia, tenho duas opções: ou desisto do meu sonho e morro na mediocridade ou suporto o doloroso processo de renovação.
 
Mais uma vez, como a Águia, o processo exige que eu voe rumo ao infinito em busca de mais anos de vida. Voar e arrancar meu bico, minhas garras, arrancar minhas penas e assim fortalecer meu voo.

Renovar minhas forças, me certificar do renovo e viver mais alguns anos de pleno vigor para que a vida me prove que valeu a pena.

https://www.youtube.com/watch?v=4ElguZAO1rY

Como realizar o sonho de morar num Motor home partindo do ZERO?


Olá família...  Espero que esteja tudo bem com você!

Bem... Eu sou Natália Santos, Dona do Blog “A menina na estrada” onde você se encontra nesse exato momento. Obrigado por estar aqui comigo!

Hoje eu trago pra você um pouco da aquisição desse meu projeto de vida...
Bem, esquece as regras da casa não, família...

Agradeço se você fizer um comentário como incentivo no final da página pra mim,  ok?

 Nesse Blog vou compartilhar todos os momentos desse sonho que é de morar num motor home SOZINHA!

A palavra sozinha já faz parte da minha rotina desde sempre. Mas, isso é assunto para um outro dia.

Vou atualizar pelo menos uma vez por semana a experiência de como será minha vida desde o sonho até a finalização do Motor home... Um DoblòHome e quem sabe viajamos juntos por aí, né mesmo?

Minha rotina, perrengues e conquistas. Vou expor tudo aqui nesse Blog. Todos meus momentos, tudo.

Enfim, aqui inicio o diário de uma “guardadora de veículos” que deseja ardentemente montar sua casinha sobre rodas e viver na chamada terceira idade o sonho da liberdade para a qual Deus nos Criou. Sim Ele nos criou e disse: be free be happy. seja Livre, seja feliz.

Darei tudo de mim para realizar o sonho de viver em um Motor home e conhecer o Mundo a partir da aposentaria!

Minha História inicia com um sonho, lógico...
Então, se aventura viajar e viver todo dia ou pelo menos toda semana um endereço diferente?
Viver sem rumo, topa?

Minha história começa... Assim:

Faltava DECIDIR e as circunstâncias farão acontecer. O primeiro passo já foi dado. Agora é só perseguir esse sonho de morar e viver pra sempre sem CEP.

Mas, como realizar um sonho a partir do ZERO, sem ajuda, sem dinheiro e só com meu trabalho de Guardadora de Veículos?

Poupando? Mas, não sobra! Tirar de onde?

Para quem não sabe, guardador de veículo é um, digamos, “flanelinha” só que, credenciado e sindicalizado, mas que atualmente se ganha muito pouco.

E é desse pouco que vou conseguir realizar meu sonho, aposta!

Bem... A ideia já havia passado pela minha cabeça, mas não sabia como botar em prática.  Eu já tinha feito alguns cursos em diversos assuntos tipo, especialização... Marketing Digital, Marketing de Afiliados (e o sonho adormecido).

Viciada em vídeos até que encontrei um Judeu chamado Ben Zruel e o mesmo dizia num tom meio que agressivo:

“Eu Vou Te Ensinar a Ser Rico!

Sorri do autor, da “piada” sorri do nome do curso e cansada de gastar meu sofrido dinheirinho, hesitei por algumas semanas, mas o algoritmo do Youtube teimou em me perseguir. E me punha na frente sempre aquele Judeu... E no meio do vídeo, zás, lá estava ele!!!

Então eu cliquei no link e o preço do curso, Affs!!!
Quem é esse Judeu pra vir falar asneira? Falar mal do meu Brasil.

Falar de como vivemos, como agimos, sentimos e nos explicar como funciona nosso sistema?
Até da nossa cultura o cara fala!

Fiquei sem acessar o YouTube por alguns dias e quando entro... BEN ZRUEL!!!
Configuração no automático e ele falando ao meu ouvido novamente.

Travei o vídeo e saí para espairecer, mas as suas últimas palavra me incitava sobre “Liberdade Financeira” Liberdade financeira...  Liberdade financeira...  Eu livre, livre financeiramente?

Quando volto ao Notebook, vi o restante do Vídeo atentamente. Uma vozinha me dizia:

Faça-o
! Nem que seja o último curso online, mas faça-o!!!

Entrei e me inscrevi na Mentoria 6Ps do Ben Zruel e tudo veio à tona.
Já que tenho a minha liberdade pessoal, porque não conciliar duas liberdades? 😉

Será?
Será que chegou a hora?

Fazer uma viagem de motor home, viver num motor home sempre foi um sonho... E a cachola esquentando, atiçando cada vez mais.

Estivemos fazendo umas continhas e atentamos para as datas. Meu Fundo de emergência estará completo juntamente com minha aposentadoria por contribuição. Vou estar segura de duas formas.

Nunca diga nunca. Participei das mentorias e tudo se encaixou. Tudo agora faz sentido.

Hoje, um mês depois fazendo a Mentoria 6Ps, baixei meu padrão de vida, hoje viciada em planilha, vejo, ENXERGO quanto ganho, quanto dá pra economizar e quanto gasto. Um mês se passou e já tenho um dinheirinho guardado para meu FE e realizar o meu sonho.

E aí... Se atreve embarcar e vir comigo nesse sonho?
É de graça e sua companhia vai me ajudar muito!  

Assista em Vídeo lá no canal do Youtube também. É só se inscrever no canal, ativar o sininho e você acompanhará meu progresso. Topa o desafio?

Saberei ser recíproca, se é que me entende.
Beijos no coração e até a próxima!

Natália dos Santos

Dormi trinta horas com o Flango-Flito


Muitas pessoas aturdidas com as situações que lhes impuseram através de inverdades transmitidas pela mídia ao longo dessa turbulência, pararam e me fizeram um pedido:

- Tia, cuida do carro pra mim. Vou fazer o “TESTE”

Bem... Trabalho como guardadora de veículos em frente à uma farmácia a qual faz teste para diversos tipos de problemas de saúde. Também aplicam como é comum em farmácias, vacinas para uma infinidade de doenças e não raro as pessoas estacionam seus veículos, me pagam para que eu cuide, pois é meu atual ganha-pão e repetem a frase citada acima. E eu o faço com muito carinho.

Guardadora de Veículos e amo o que faço!

Lido com pessoas novas todos os dias e muitas, vejo mais de uma vez.

Já trabalhei atrás de uma mesa, vestida socialmente, tipo: vestido justo, terninho e salto alto. Make no ponto e cabeleireiro em dia. Sempre dediquei todo meu Eu, sempre dei o meu melhor em tudo que fiz nessa vida. Se errei, e errei muito com certeza, foi na tentativa de acertar.

Hoje, não é diferente. Dedico todo meu amor por tudo que faço e vejo que me é dado reciprocidade.
Às vezes brinco, dizendo que se eu recebesse 10 reais por cada carinho recebido eu enriqueceria duas vezes mais, pois já me sinto privilegiada com o que recebo sempre que eu as reencontro.

Mas, também não estou ilesa de receber pessoas soberbas que muitas vezes mal humoradas, nem me cumprimentam. E quando vejo que um “bom dia" custa muito, eu as levo no Banho-Maria.

É difícil, mas eu entendendo esse lado social e só é recíproco da minha parte o lado bom do ser humano. Quando sinto que não tem brecha, não adentro e saio de mansinho. Assim evito em muito as situações constrangedoras.

Mas, voltando lá nas farmácias, Não sei quando nem como, mas eu cerquei e peguei o Flango-Flito.
Flango-Flito é o Pseudo que dou ao vírus que atualmente incomoda a humanidade e o qual, me recuso citar suas propriedades e nomes científicos.

Sintomas mais comuns da doença provocada por ele:
Febre = tive e o chuveiro foi meu aliado.
Tosse = tive e amenizei mascando folhas de hortelã e pastilha “Walda”
Cansaço = tive, mas não ao ponto de me derrubar ou me vencer.
Perda de paladar e ou olfato = tive e já acostumada, pois a Sinusite também provoca esses sintomas.

Sintomas menos comuns:
Dores de garganta = tive ao ponto de raspar e doer ao falar.
Dor de cabeça = tive e parecia que o tampo da cabeça ia ser abduzido.
Dores e desconfortos = tive no peito e nas costas na altura dos pulmões.
Diarréia = esse sintoma eu não tive, talvez pelo fato de ter constipação intestinal.
Irritações na pele, descoloração dos dedos dos pés/mãos = tive e ao coçar a pele esfarinhava... parecendo cobra perdendo a pele. Horrível!
Olhos vermelhos ou irritados = não tive somente olhos vermelhos avampirados, como também arremelados ao ponto de acordar com eles totalmente cerrados pelo acúmulo de remelas.

Sintomas graves:
Dificuldade para respirar ou falta de ar = tive falta de ar, mas leve e pelo fato de ter sinusite em estado avançado, passou desapercebido. Sintomas também apresentados por Sinusite.
Perda da fala = tive, e fiquei totalmente sem voz em questão de 2hs.
Mobilidade ou Confusão = Mobilidade, não lembro, pois tenho desgaste ósseo na Pelve e vez ou outra acontece de ter movimentos limitados, mas Confusão sim, pois eu queria chegar à cozinha e me vi no banheiro e isso aconteceu mais de uma vez.

Como tudo aconteceu:
Dormi sentada na cadeira durante o trabalho, mas achei normal, pois fazia umas 3 noites que não completava minha rotina de sono normal devido um problema no condomínio.

Fui acordada por duas vezes e, meio sem jeito me explicava o porque do meu sono descomunal.

Teve um momento em que tentei me conter e parar de tremer, porém em vão. Fui tomada de uma tremedeira em que parecia estar sendo chacoalhada por alguém ou coisa. Eu sentia um frio fora do comum que durou alguns minutos, até que um menino da Verdin disse afirmando que eu estava doente, pois não havia frio. Segundo ele o tempo estava até quente.

Então, chegou um amigo (também guardador) e colocando a mão na minha testa, disse confirmando que eu estava quente. Que eu me encontrava com febre e pediu quase mandando que eu fosse embora, mas passasse antes no médico.
Botei uma blusa meia-malha ali com eles. O que fez eles entreolharem de maneira maliciosa.

Me segurei por mais uma hora no trabalho e fui embora. Não lembro o que aconteceu nesse dia em casa. Só lembro de trancar a porta e apaguei. Aliás, teve trecho do meu percurso pra casa que fiz mecanicamente. Como que o instinto seguisse o curso diário no automático, se é que me entende!

Despertei: Olhos cerrados de remela, garganta seca, o Tinnitus estava infernal, e molhada, mijada?
Molhada literalmente e sentia sede, muita sede. Ia à geladeira, mas me encontrei sem nexo no banheiro. O que fazia eu no banheiro? Nem precisava, pois já havia feito na cama!

Outro fato: Sou extremamente econômica. Não costumo ligar todas as luzes de uma vez. Todo ambiente que abandono, ou seja, sempre que saio de um ambiente eu desligo a luz e agora as encontro todas acesas.

Dei meia volta e fui matar minha sede. Tinha restos de comida no prato na pia, mas não sentia cheiro. Tomei água, voltei ao banheiro e tentei lavar os olhos que pareciam cheios de uma mistura de areia e cola. Lavei muito, mas não conseguia enxergar a tela do Notebook.

Voltei pro quarto. Estava aérea, zen, movimentos limitados. Tudo que fazia tinha uma certa vagareza que me incomodava.
Juntei as roupas de cama, joguei num canto do quarto e forrei o outro lado da cama com parte da coberta e outra parte me cobri.

Balbuciei: Deus, nem vi a hora... Onde anda meu celular? Que hora será essa?

Queria muito saber as horas, mas o sono me dominou e me entreguei. Mais uma vez dormi profundamente.

Não sei quanto tempo depois, acordei. Os olhos ainda me incomodava muito, muito! A garganta doía e raspava e o ouvido zunindo.

Ainda devagar, fui à cozinha, tomei mais uma pipa d'água e ia voltar pra cama, mas resolvi tomar um banho, relaxar e comer alguma coisa.

Chegando no quarto, encontrei o celular do lado do notebook e puts... Totalmente inerte, descarregado.
Briguei com ele: - Até você tá ruim!!!
Conectei ele no carregador e olhei pela janela da cozinha. Tudo escuro. Tudo muito quieto na rua lá embaixo.

Fiz um omelete com dois ovos, uns tomatinhos cereja que tinha pego na feirinha orgânica e mais umas misturinhas. peguei um iogurte natural e liguei o notebook.

Poxa... tudo conspirando contra?
Notebook com data errada? não pude acreditar e liguei, mesmo no carregador o celular e vi que não tinha nada de errado com o Notebook.

Para minha surpresa constatei que eu havia apagado por exatamente 30 horas!!!

Havia chegado em casa não sei como e deduzo que por volta de 18hs, deitei, morri, aliás dormi e acordei dois dias depois por volta da 00hr. da manhãããã!!!

Refeita da surpresa, me recompus e organizei umas coisas. Preenchi planilha e me preparei para estar às 06:30, da manhã, ou seja, só um pouco mais e eu teria que trabalhar.

Eu até cogitei na mente que o que senti fosse os sintomas da sinusite com um grau mais elevado.
Mas, não descartei a idéia da praga que rodeia a terra nesses tempos de guerras invisíveis.

06:15hs, já a postos no trabalho e o dia transcorre maravilhosamente bem. Deus é Bom.

À tarde por volta das 15hs comecei ficar fanha, comecei perder a voz, porém isso não é raro quando passo perrengue e principalmente quando fico muito nervosa. Mas o fato é que não passei nervoso algum nesse dia e aquilo me intrigava.

17hs e eu totalmente sem voz, Incrivelmente muda. decido ir embora e me despedindo dos "Meninos Verdin" me deram algo que já esperava deles. Um carinho sem tamanho imaginado num Suco Detox.

SIM! Fui socorrida pelos "meninos Verdin” com um suco Detox a base de gengibre, limão, maçã e mel que me ajudou e muito na rouquidão e a primeira palavra pronunciada logo após e já dentro do ônibus de volta pra casa foi: DEUS!

Nesse dia levei pra casa uns trecos farmacêuticos muito cogitado pela mídia e fiz uso dos mesmos seguindo Bulas Informativas. Ainda falta tomar alguns, eu acho. Vida que segue...

Sinto muito, mas tinha que ser assim. Tinha que seguir minha vida, minha rotina.

Sinto não ter podido trocar idéias com pessoas que prezo muito e pessoas que amo. Não pude dividir com ninguém. Me desculpem! Não queria que me vissem como a "doente", a "leprosa" ou algo nesse sentido. Também não podia parar de trabalhar.

Segui orientações de higiene e respeitei os espaços, respeitei as pessoas. Mas, repito, não podia parar de trabalhar. 

Aos que me rodearam, de carinho, cuidados e amor nesse momento, serei eternamente agradecida e a Deus toda gratidão do mundo pela misericórdia concedida a mais uma chance de Vida!

E aos apressadinhos de plantão, antecipo: Não vivo sozinha porque gosto, mas curto muito mesmo morar sozinha e me viro muito bem assim.

Só não fui ao médico sozinha, pois com certeza teriam me entubado e penso que não estaria viva relatando minha experiência com esse Flango-Flito Maldito.

Fui fazer o famoso teste no posto de saúde e disseram que antes teria que verificar a situação da vacina.
Não saberei... Não esperei  acontecer.

No momento em que escrevo esse artigo três semanas já passaram-se do ocorrido, talvez seja psicológico, mas ainda sinto desconforto ao falar do assunto, fiz o teste ontem... Deu Negativo.

Natália Santos

Um dia ou "O" dia. Você decide.

 
Oi Família, tudo bem?

Bem... Eu sou Natália Santos Dona do Blog “A menina na estrada” onde você se encontra nesse momento.

Hoje eu vou falar sobre uma grande e inusitada decisão, cujo título é "Um dia ou O dia" Você decide.

Eu decidi!

Bem... Quando sentimos que estamos sendo limitados como passageiros no mundo, percebemos uma imensa necessidade de mudança.

Mudanças muitas vezes radicas. de rumo, de direção e, consequentemente, a necessidade de inovação. E buscando liberdade experimentamos a gostosa sensação do livre arbítrio!

Chega um determinado momento que se mudam as prioridades.
Hoje eu posso, hoje eu direciono minha liberdade. Estou tentando conquistar meu lugar ao Sol.

Hoje a saúde é mais importante. O silêncio é mais importante.
Hoje tento criar o ambiente propício para me cercar do raciocínio necessário para a reconstrução de minha vida. Uma nova vida.

Faltam-me alguns pedaços, mas a aceitação é mais importante. Assim, eu me vejo caminhando para esse mundo prometido e tão sonhado.

Os desgastes do tempo me impuseram limites, mas não podem ter soberania sobre mim ou sobre meus sonhos, tão pouco sobre a minhas vontades.

Se perdeu em nitidez, o meu olhar sobre as coisas ganhou em amplitude e alcance.

Hoje, aos sessenta e um pouco, estou me misturando aos internautas, estou ficando cada vez mais desguarnecida de forças físicas. Estou buscando o meu “eu” interior.

Assumir o minimalismo nessas alturas e simplificar a vida é abrir mão de certos consumos que na verdade só me consumiam.

Quando fiz sessenta anos me bateu na cachola que não ia mais pagar aluguel. Aliás, aluguel e outras coisas que me empunharam a pagar a vida toda.

Quando a idade chega você coloca na balança o que quer e viver uma vida simples é o que mais quero pra mim nessa altura dos meus mais de sessenta anos.

Sei que tenho que abrir mão de certos luxos, tipo o padrão de vida acima do que eu podia sustentar e estar sempre preocupada em pagar contas e boletos nulos.

Cartões de crédito que achava natural possuir e outros poréns que achava totalmente normal.

Affs, cansei!

Sei que nem tudo vai ser simples como almejo que seja.
Sei que terei que enfrentar problemas inimagináveis, mas sou forte, sou rocha e vou te dizer que se tudo correr conforme planejo (e vai correr)! vai compensar e muito.

Depois que enfiei na cabeça e decidi ir morar basicamente na rua entreguei meus Planos e Sonhos, Vida e Destino a Deus.

Bem sei que isso não vai ser viver no paraíso, mas bem perto dele.
Vai ser uma experiência diária. É viver todos os dias como se fosse o último de minha vida.

Não vou mais praticar o consumismo como a sociedade me pregou sempre.
Agora vou viver o barato, O Simples, o Minimalismo.

Viver no Rio não é pra amador e se tenho que aprender que seja o barato da vida aqui no Litoral Carioca. Mais precisamente na Zona Sul. Terra de Burguês e de Gringos.

Mudanças radicais...

Vou me permitir viver de forma mais barata. Não me deixarei mais “cair em tentação” como digo em oração. E se Deus me “Livrar dos males” como sempre me livrou, vou saber ser grata a Ele, com certeza.

Não como mais em restaurantes, não pago mais faturas altas e caras finais de mês. Vou fazer minha própria comidinha.

Não vou mais andar de táxi, de ônibus ou de Uber. Vou a pé ou fazendo o que mais amo, pedalando minha magrela.

E se o trajeto for muito longo, eu vou de carro. O meu carro-casa.

Estou investindo no projeto “meu DoblòHome” e quando me aposentar estarei com um carro adaptado ao meu estado físico e mental.

Desse modo, estarei me adaptando ao minimalismo, vivendo num Motorhome e tendo a liberdade que sempre sonhei.

Não vou largar meus passeios em trilhas e cachoeiras, aliás, agora mais que nunca eu os farei, mas farei de modo gratuitos, 0800. Pra me divertir de graça quando eu quiser jamais faltará oportunidades.

Estive sempre inventando motivos para as mil e uma coisas que queria ou não queria, mas a vida não tem razão de ser se for pra viver com prazo de validade. Meio-termo, não, não existe! Existe acordos! Vamos acordar?

Com a chegada da chamada terceira idade, vista como o início da terceira parte de três terços da vida humana, já me dou por presenteada por estar aqui falando com você.

Ei, esquece as regras da casa não ok, família?
Agradeço se você fizer um comentário deixando sua opinião. Isso de qualquer forma me ajuda um pouquinho. Curta também o Vídeo no canal e deixe um like como incentivo pra mim.

Serei recíproca com você, ok?
Beijos no coração e até o próximo!

Natália dos Santos


Quem é VOCÊ?


Obrigado por estar comigo. Quero e espero se sinta afagado neste meu espaço.

Pra isso, preciso compartilhar o que aconteceu comigo há alguns dias.
Alguém, numa situação meio constrangedora me fez a pergunta a famosa pergunta:
Quem é VOCÊ?
E eu…
Hum…
Eu...
Pois é.
Quem é Natália Santos?

Quem é você?

Talvez você se identifique a mim por não ter certeza de sua identidade, e isso pode ser exatamente o que você esteja experimentando nesse momento.

Até então, tenho vivido uma série de eventos traumáticos que acabaram por causar sentimentos de vitimização, ansiedade e depressão. Ingredientes muito ruins de se sentir.

Acabei descobrindo que até então, apenas segui o caminho que a sociedade me impôs. Assim, perdi décadas de vida, apenas fazendo coisas que não amava e que ainda me castigo por isso…

Descobri que nunca andei com as próprias pernas e se andei, foi apenas pisando o chão onde muitos já haviam passado!

Quando me fizeram pela última vez essa pergunta, quem sou e eu não tive a resposta, isso começou a me incomodar muito e já faz algum tempo.

Um dia, sentada na areia em frente ao mar, foi como se uma voz gritasse dentro de mim.

– Não tem que ser pra sempre assim!
– Não precisa ser pra sempre assim!
ACORDA!!!

Foi como se batesse a cabeça contra uma parede de tijolos e tudo mudasse com o impacto.
Comecei a me questionar e cobrar toda UMA VIDA de atitudes e reações que me acovardei a tomar.

Senti que não estou satisfeita com a vida que levei por mais de seis décadas!
Que trabalho e moro onde não gosto!

E, a voz continuou!

-Pense sobre isso!
-Você gosta do seu trabalho?
-Você gosta da vida que leva?
-Você gosta de você?

Agora a voz me parecia mais branda, mas persistia:

-E se você pudesse acordar na segunda-feira e ficar animada para começar a trabalhar?
-Pense que trabalhar nos finais de semana pode e deve ser divertido, só porque você gosta do seu trabalho?
-E se você pudesse definir sua própria programação todos os dias e fazer o que tanto deseja?

Desde então, percebi que esta nunca foi a vida que quis pra mim. Isso me inspirou a decidir atuar!

É hora de quebrar os padrões sociais e VIVER o que você sempre sonhou Natália!
Eu acredito que contanto que você siga sua paixão, você pode criar sua carreira tão sonhada.

Eu acredito que você não precisa ficar chateado sempre que pensar em pagar seus boletos.
SIM E SIM! Eu acredito em mim!
Decido aqui e agora a reescrever minha própria história!

Sim. Antes tarde do que tarde demais

 

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